sexta-feira, 30 de maio de 2008

Revolução

Let's face the facts: esse mundo está em rota de revolução! Onde já se viu tanta loucura em tão pouco tempo? Será que é o tempo passando mais rápido? Ou será que é a gente esquecendo de acompanhar?

TV: Uma reportagem traduzida do Le Monde fala sobre uma experiência prática (que chamo particularmente de auto-flagelo, mas você sabe como são os franceses, né!): crianças de um colégio decidiram abolir as telas (PC, TV, PSP...) por 10 dias!!! Você consegue se imaginar 10 dias sem consultar a porra do e-mail? Sem assistir Tela Class na MTV? Sem dar uns tiros naquele negão filho-da-puta da gangue rival? É um absurdo! E ainda dizem que isso melhorou o ambiente familiar. Eu não sei quanto a vocês, eu recorreria ao rum já no terceiro dia!

Música-tecnologia: Um cabra que estuda design na Universidade de Dundee (Escócia) bolou uma picape touch-screen como TCC! Isso é que eu chamo de trabalho científico. Tudo bem que essa tendência já pode ser vista nos shows da Björk e neste vídeo abaixo onde a mulecada usa iPods Touch e um Nintendo DS para fazer uma iBanda! O que aconteceu com o bom e velho violão?



Filmes: Um treco legal que achei no Blog do Tas foi o curta-metragem de Tim Burton: Vincent. Sou um fã do Tim, portanto, sou também suspeito para falar, mas você não acha que toda criança deveria aprender uma das canções de Nightmare Before Christmas antes de cantar "Atirei o Pau no Gato"?

Diñero: Já viu o Financial Times concordando com o Presidente Lula? Pois bem, pra quem não se lembra, Lula indagou como as agências de risco (Standard & Poor's, Fitch...) classificaram os USA como risco 0 (zero). No passo de mais um grau de investimento para os papéis brasileiros, o editorial do Financial Times perguntou nesta quinta-feira: "Quem avalia as agências de risco?". Fantástico. Questiona o "conflito de interesse" dessas agências (que falharam na análise do subprime americano) e a utilização de modelos inapropriados de classificação para investimentos de natureza diferente dos fundos corporativos comuns.

Compras: Para fechar a análise (que deveria ser diária, mas acabou sendo quase mensal), o Freakonomics nos traz um post cabeça sobre a comparação de elasticidade da demanda do Wal-Mart com a do Target (um concorrente direto do Wal-Mart).