sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Acho que Mark Twain quer me dizer alguma coisa

Um certo fenômeno recorrente às pessoas que lêem muito é a ocorrência de conexões e coincidências peculiares. Vem acontecendo comigo. Várias vezes nas últimas semanas vejo os jornalistas citarem alguma frase de Mark Twain (mesmo quando essa frase não se encaixa em nada com o contexto da reportagem). Coincidentemente tenho buscado uma música da banda canadense Rush, qual sempre gostei mas que nunca dei atenção ao seu nome. Venho então descobrir que o nome da música é "Tom Sawyer", personagem título da clássica obra de Mark Twain! Tipo, se não tivesse sido tudo em menos de 2 semanas eu não estranharia, mas parece que o falecido Mark quer me dizer alguma coisa. O problema é que eu nunca li uma obra do cara que também escreveu Huckleberry Finn. Como diz Guará: "medo".

FARC: As Forças Armadas Revolucionárias da Colombia libertaram ontem a ex-candidata a vice-presidente Clara Rojas e a ex-deputada Consuelo González. Consuelo ficou presa no cativeiro por 6 anos, enquanto Clara passou 5 nas mãos dos guerrilheiros. Hugo Chávez propõe a criação de uma "zona humanitária" para as FARC. Será essa uma versão latina da Faixa de Gaza?

Biquínis: A revista The Economist traz uma matéria irreverente sobre o Rio de Janeiro. Indagam sobre a relação entre o número de mulheres ser relativamente bem maior que o número de homens e a relação deste fator com o "tamanho dos biquínis" usados na praia. A matéria comenta vários aspectos que podem justificar quase que darwinianamente essa situação, mas o caso dos biquínis já está crítico!

Mídia: Estudo da Sacred Heart University, Connecticut, demonstra que a credibilidade dos americanos nos veículos de notícias vem caindo significativamente. Menos de 20% acreditam em tudo o que é reportado como notícia na mídia americana. A Fox News é a emissora com maior credibilidade.

Mudança: O cartaz mantido pelos pré-candidatos à presidência dos USA, "change", recebe um artigo desconfiado no Silicon Alley Insider. Essa tal de "mudança" no governo parece ser vista como algo que dificultaria os negócios e o mercado financeiro americano. Claro, esta é a visão dos corporativistas sobre o que está por vir e, portanto, defendem os republicanos Romney e Giuliani.

Um comentário:

Guará disse...

O que me deu mais medo foi o fato da Casa Branca ter elogiado a atuacao de Chavez na negociacao que liberou as refens colombianas. Brazilian women ruleia tudo!
Alias, a propaganda pro-Obama esta bem forte no estado do terminator, seria um sinal de instisfacao com o governo republicano?